Frases
Bruna...
Resenhas, contos, textos, e etc.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Futuro
O futuro tem
muitos nomes.
Para os fracos é o inalcançável.
para os temerosos, o desconhecido.
Para os valentes é a oportunidade.
Para os fracos é o inalcançável.
para os temerosos, o desconhecido.
Para os valentes é a oportunidade.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Força
Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.
sábado, 19 de maio de 2012
Possuída pelo espírito
Na obscuridade da noite, minha prima Jennette e eu, estávamos voltando de uma festa por volta das onze horas da noite. Ao chegarmos em casa, seus pais estavam indo viajar a negócios deixando nos duas sozinhas.
Quando fomos dormir Jennette não estava se sentindo muito bem, estava com fortes dores na cabeça e no corpo e vomitando, dei remédio a ela, mas nada tinha adiantado então se deitou e adormeceu. Algumas horas depois escutei um barulho alto vindo da sala, ao verificar o que estava acontecendo tomei um baita susto era minha prima flutuando no meio da sala como se estivesse sendo executada.
Vendo aquela cena quase desmaiei, mas eu me controlei e mesmo com medo do que poderia acontecer fui tentar acorda-lá chamando seu nome Jennette!Jennette! Nada adiantou, quando me virei ela estava bem atrás de mim, com o seu rosto todo deformado, olhos vermelhos como a de um diabo, seus pés virados e andando toda torta.
Sem saber o que fazer corri até o meu quarto nossa me deu uma agonia de ver minha prima naquele estado. Peguei meu celular e liguei para os meus tios, mas nenhum deles atendia, resolvi então enfrenta lá e perguntar se isso era real e porque isto esta acontecendo com ela, uma voz sai de sua boca mas não era a sua foi ai eu tive certeza que alguém tinha tomado posse seu corpo.
Pra mim só restava uma opção ligar para o padre, liguei AMÉM ele atendeu e ao contar o que estava acontecendo ele veio correndo pra cá. Quando chegou ele me disse que Jennette estava em transe profundo e que um espírito maligno estava possuindo seu corpo perguntei como isto tinha acontecido, ele me falou que talvez pudesse ter sido quando ela foi ver uma seção espírita sendo executado e com isto a tela possuída.
Fiquei muito triste ao saber que o padre iria ter que fazer um exorcismo e caso não desse certo ela poderia morre. Preparamos tudo para o exorcismo, mas foi muito difícil fazer, pois o demônio de dentro dela a controlava deixando ela sem controle sobre o seu corpo. O padre conseguiu tirar o mal enquanto ela tentava me matar, ao acabar vi como ela estava e consegui liga para meus tios e contei tudo o que tinha acontecido eles vieram rapidamente e tudo ficou como era antes, deste que este acontecimento eu sempre tenho pesadelos horríveis com este demônio que possuiu Jennette e dei o nome de A POSSUIDA PELO ESPIRITO.
Bruna O.
A virgem dos lábios de mel
José de Alencar foi um grande escritor nascido na cidade de Mecejana, no ceará, em 1 de maio de 1829 e faleceu no dia 12 de dezembro de 1877 no Rio de Janeiro. Uma de suas maiores obras foi o livro tipicamente brasileiro, Iracema a virgem os lábios de mel.
Bruna O.
O livro Iracema aborda os conflitos tribais e conta a história de amor vivida por Martim e Iracema. Martim é um jovem (guerreiro branco português) e amigo de Poti (guerreiro da tribo dos pitiguaras) e Iracema (ira-mel e tembe-labios) é uma jovem índia tabajara filha de Araquém (o velho pajé da tribo dos tabajaras) e irmã de Caubi (índio tabajara).
A história começa quando Martim perde-se de seus amigos, e vai parar na tribo dos tabajaras. Iracema (inocente) brincando com sua confidente e amiga Ará, passa diante dela um misterioso guerreiro, ela acaba achando que é um estranho espírito da floresta e sem pensar ela rapidamente acerta uma flecha no rosto do desconhecido, que por si se chama Martim, ao decidir ir vê-lo a virgem se sente culpada de ter o atingido mas ao mesmo tempo pensa que ele é uma ameaça a sua tribo, mas notando o grande engano ela quebra a flecha com ele (acordo de paz). Quando Iracema o ajuda a se levantar os dois se olham e dali surgi um amor inevitável, ela então o convida para se hospedar em sua tribo, ao chegar o guerreiro branco foi bem recebido.
Martim foi hospedado na casa do pai de Iracema, na noite em que chegam esta havendo uma comemoração pela volta dos maiores guerreiros da tribo e um deles era Irapuã (o apaixonado por Iracema), mas este foi um amor não correspondido. Martim e a Índia começam a trocar olhares. Martim vê que esta na hora de parti, pois seus amigos os pitiguaras estavam entre os conflitos tribais com os tabajaras e foi ajuda-los, mas a virgem por si fica triste ao ver seu amado ir embora. Irapuã cerca o guerreiro não o deixando partir, pois queria mata-lo por ter roubado a sua virgem, mas ela ao ver a cena o protege deixando que nada o aconteça. A índia chega ao ponto de fugir de sua tribo pra viver com seu amado. O casal acaba procurando a ajuda de Poti na tribo dos pitiguaras (que são inimigos dos tabajaras).
Os tabajaras ao verem a traição de Iracema promovem uma batalha onde até seu irmão Caubi esta presente para vingar Martim por ter levado a embora. Quem acabou vencendo a guerra foram os pitiguaras, Martim por sua vez a dor e o sofrimento da pobre índia por ter traído sua tribo, ele resolve então com a ajuda de Poti construir uma cabana perto da praia para que ele viva com sua esposa e seu filho a caminho.
Iracema se sente abalada por vê a tristeza de Martim por ter deixado sua pátria. Poti e Martim seguem a uma viagem longa e ele nem ao menos se despede de sua esposa, meses se passaram e a cada dia a índia ficava mas fraca e doente, morrendo por conta da saudade e da tristeza que estava tendo, acabava não se alimentando e acaba dando a luz ao seu filho sozinha que da o nome de Moacir (filho nascido da dor e do sofrimento). Martim ao chegar vitorioso com mas uma guerra vencida, percebe o estado de Iracema sentada de baixo de uma arvore ela mesmo sem força alguma estende seu braço e lhe entrega o filho e neste instante morre deixando as lembranças para traz. Com tudo o que aconteceu Martim leva seu filho embora para Portugal e depois de longos anos retorna ao ceará Moacir é o primeiro indo brasileiro nascido no ceará.
A obra de José de Alencar, apesar te conter palavras em tupi que e um pouco difícil de falar que quase não conseguir compreender é um livro bom com uma beleza nacional que mostra a primeira fase do romantismo, ele conta transformando o índio em um verdadeiro herói brasileiro. Um livro pequeno, mas com um belo valor cultural o autor consegue prender a leitura fazendo com que o leitor visualize mentalmente o cenário vivido pelos seus personagens.
Digo que sim me senti perdida ao decorrer do livro, pois nunca tinha conhecimento de ler um livro com palavras em tupi mesmo assim no momento em que me encontrei no livro eu o achei lindo, legal, bem feito e trágico ao ver Iracema morrer por amor mesmo sabendo que seu amado não o amava totalmente. O livro mesmo contendo palavras difíceis é um livro que vale a pena ser lido por aqueles que gostam ou não de literatura, pois ler este livro você ira ter um conhecimento um pouco mais de como foi à primeira geração romântica (romantismo).
Bruna O.
O amor tem certos limites
Viver amando ou morrer por amor?
O amor tem que ser saudável e correspondido, temos que saber gostar de nós mesmos, só assim poderemos gostar de outra pessoa. A partir do momento em que aprendemos a nos amar, e saber que a vida vale a pena ser vivida, não iremos querer prejudicar a pessoa amada e se isso acontecer, é porque não é um amor de verdade e sim a loucura que tomou conta do amor.
O amor saudável é aquele em que as loucuras não são prejudiciais, como por exemplo, declarações de amor, gritar bem alto eu te amo, jogar flores do alto de um avião entre varias outras declarações. Em vista de vários casos em que o amor virou suicídio, entre as pessoas por não ter o amor correspondido de quem ama, podem ter a opção de seguir em frente e fazer o possível de esquecer a pessoa que um dia amou, mas eles veem só uma opção tirar a vida de ambas a parti como se isso fosse à única solução. No meu ponto de vista todos nós deveríamos viver por amor não morrer por ele, pois se o amor é saudável e sincero você nunca vai ter que se matar, mas caso isso aconteça não faça loucuras que depois possa se arrepender. Lembre-se de que o amor é cego, vá em frente, siga sua vida sem medo do que o amor reservou para você, esqueça o amor que no passado não foi aceito, insista em um dia esquecer aquele sentimento ruim, porque cometer crimes e suicídios por amor não trará benefícios algum a você e nem a pessoa que amou. O amor é um ótimo sentimento, mas muitas pessoas o levam na brincadeira e disso tiram inúmeras tentativas de fazer loucuras não muito boas pensando que isso não irá prejudicar ninguém e nem a si próprio nunca devemos brincar com o amor ele é um sentimento insubstituível.
As pessoas deveriam se conscientizar de que o amor é um sentimento para ser amado e não prejudicado, ter um amor saudável e leal, não nós leva a pensar no pior e sim em um ótimo favorecido e perfeito amor.
Bruna O.
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